Aprendemos que a semiótica é a ciência geral de todas as linguagens, um tipo de distração de aparente dominância da língua que provoca em nós, e na maior parte das vezes não chegamos a tomar entendimento de que nosso “estar-no-mundo”, como indivíduos sociais que somos, é mediado por uma rede intricada e plural de linguagem, isto é, que nos comunicamos através da leitura e produção de formas, interações, formas, movimentos. Somos em si leitores, produtores de dimensões, traços idéias e tendências. Enfim, também nos comunicamos e nos orientamos através de imagens, sinais, números, luzes... Somos uma espécie de animal muito complexa quanto são complexas e plurais as linguagens que nos constituem como seres simbólicos, isto é, seres de linguagem.
O modo como os sinais são interpretados de uma mesma configuração por um grupo de pessoas ajuda a adotar uma forma de ligação mais direta pela ação tomada, ao saber da predisposição de ação das pessoas perante um estimulo aumenta consideravelmente o grau de eficácia da ação proposta, seria mais como uma forma de dominância subliminar. Ao mesmo tempo em que esses signos e símbolos podem variar de um mundo cultural para o outro o grua de interpretação pode, e deve, ser visto como um meio único e principal de analise de comandância, portanto é eficaz.
Guilherme Paiva e Gleidson Gouvêa
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